31 Outubro 2014

Week Calendar for iPad

A app de calendários nativa do iPad é bem mais polida que aquela que vem com o iPhone, mas mesmo assim, para aqueles que como eu apreciam organizar a agenda no dia a dia usando uma vista semanal, esta Week Calendar for iPad da WeekCal B.V., vai fazer maravilhas pela vossa produtividade, e está hoje temporariamente grátis na App Store.


Se sentem a falta de mais vistas na app de calendário que usam diáriamente no vosso iPad, então vão ficar bem contentes com esta Week Calendar for iPad, com as suas várias visualizações possíveis. Vista de Lista, Dia, Semana, Mês, e Ano. Todas estas vistas permitem-nos ver com facilidade aquilo que temos marcado na agenda para os próximos dias.


Para visualizar um dia com maior detalhe, basta fazer um duplo toque com o dedo num determinado dia para saltar para a vista diária. Um novo duplo toque e somos levados novamente para a vista que tínhamos activa anteriormente (semanal, mensal, etc). O calendário permite-nos fazer algumas tarefas avançadas como poder realizar convites e enviar para determinadas pessoas, que ficam assim associadas ao evento criado.


Para criar um novo evento podemos usar o botão "+" sempre presente em qualquer vista na barra em cima. Ou então manter o dedo a pressionar o ecrã durante 1 segundo sobre um qualquer dia, para podermos aceder ao ecrã de criação de um novo evento (bem mais completo que o calendário do iPad, com localização, convidados, acesso directo a contactos, notas, emojis, etc). Tocando num qualquer evento, temos a possibilidade de copiá-lo, movê-lo, duplicá-lo, partilhá-lo por Email, e até mudar a sua cor, para que tenha um maior relevo na vista de calendário.


Se temos por hábito criar eventos parecidos entre si, ou mesmo iguais, podemos adicionar esse tipo de evento aos nossos modelos favoritos, ficando depois acessíveis de imediato na criação de outros eventos, sem ser necessário escrever novamente toda a informação.

Uma funcionalidade muito prática e útil é a possibilidade de arrastar um evento com o dedo entre dias e diferentes horários, não sendo necessário abrir o menu de edição para alterar quaisquer dados.


A app conta com temas personalizados para além do tema oficial, para todos aqueles que apreciam temas mais vistosos, de alto contraste, mais coloridos, ou mesmo com cores escuras (ideal para quem tiver a usar o iPad durante a noite ou em ambientes com pouca luz).

São suportados todo o tipo de calendários para além dos calendários locais do iPad (Calendário Google, CalDAV, Exchange, iCal, iCloud, aniversários, subscrições), e é possível fazer pesquisas de texto, para encontrar rapidamente qualquer evento que exista no calendário.

Existe também uma Loja interna, a Calendar Store, onde se podem adquirir calendários específicos, como os feriados oficiais do nosso país, os jogos agendados das nossas equipas de futebol favoritas, fases da lua, tempo, bolsa, etc, etc.


Week Calendar na App Store (Brasil)

Week Calendar na App Store (Portugal)

Tamanho: 16.6 MB

20 Outubro 2014

Hanx Writer

Preparados para escrever o vosso próximo livro de sucesso num iPad? Seja com um teclado externo Bluetooth, ou a teclar nas teclas virtuais do iPad, não se preocupem que o Tom Hanks veio dar uma ajudinha com a sua Hanx Writer, uma app desenvolvida pela Hitcents.com, que nos vai pôr a teclar nas antigas e bem apelativas máquinas de escrever.


Confesso que gosto ainda mais de teclar um texto no iPad se for com esta Hanx Writer, por causa dos efeitos animados das teclas, do movimento realista do ponteiro e de todas as partes mecânicas da máquina, e como não podia deixar de ser, do barulho das teclas e o famoso PING quando chegamos ao final da folha.

Estou bastante habituado e teclo com grande velocidade no teclado do iPad, e com a Hanx Writer o prazer é redobrado. Mas, se tiverem por aí um teclado Bluetooth, a experiência é ainda mais rápida, como não podia deixar de ser, e ouvimos na mesma o barulho das teclas, como se pode ver no vídeo aqui em baixo.


A Hanx Writer traz uma máquina gratuita para usarmos à vontade, uma das preferidas do Tom Hanks, a Hanx Prime Select, mas traz outras duas que podem ser adquiridas à parte, ou num pacote (que fica ainda mais barato).

Cada máquina tem um aspecto diferente, um feeling e sons distintos. As fontes também variam, sendo a Hanx Golden Touch aquela que tem um texto bem clássico, quase a desaparecer, cheio de erros e tinta com borra.

Na versão gratuita apenas podemos criar um documento, com o número de páginas que nos apetecer, e podemos partilhá-lo com quem quisermos, por Email, sendo enviado no formato PDF, para que a folha vá exactamente da mesma forma que a vemos no iPad.


Com a chegada do iOS8 veio também uma fantástica actualização à Hanx Writer, sendo agora possível adquirir como compra in-app o teclado de forma a que possa ser usado com qualquer app instalada no iPad. Escrever um Email, actualizar uma nota, ou teclar numa app de mensagens, não vai ser mais a mesma coisa, e deixamos de estar limitados à Hanx Writer.

Teclar dentro da app é muito estimulante, com as animações da máquina e todos os barulhos mecânicos que esta faz, mas poder usar o teclado em qualquer app no iPad, eleva esta app para um patamar bem mais elevado, e recomendo vivamente a qualquer pessoa que goste de escrever longos textos, e tenha aquela nostalgia das antigas máquinas de escrever.


Hanx Writer na App Store (Brasil)

Hanx Writer na App Store (Portugal)

Tamanho: 36.2 MB



09 Outubro 2014

Newsify: Your News, Blog & RSS Feed Reader

Longe vão os tempos do Google Reader, que a meu ver descontinuou um dos seus melhores serviços, e deixou orfãos uma série de utilizadores com centenas e milhares de feeds rss para ler. Muita gente fugiu para o Feedly e outros serviços, e esta Newsify: Your News, Blog & RSS Feed Reader de Ben Alexander, é uma das melhores formas para ler as notícias de blogs e feeds rss como se tivessemos de facto um jornal ou uma revista à nossa frente.


Da mesma forma que no Google Reader, Feedly, ou Feedspot, podemos adicionar uma série de sites e blogs através dos seus feeds rss, que aparecem depois dispostos numa lista enorme, que pode facilmente ser organizada por pastas, ordem alfabética, etc.

Se tiverem conta no Feedly, podem importar de imediato todos os vossos feeds rss para a Newsify. Por defeito, e como se pode ver na imagem aqui em cima, as notícias aparecem organizadas no ecrã como se fossem artigos numa revista ou jornal, sendo muito prática a sua leitura e navegação entre elas.


É possível alternar entre o modo de visualização estilo artigos de jornal, e o modo tradicional em forma de lista, que continua a ser o modo preferido de muita gente, como mencionei mais acima. Ambos os modos trazem associada sempre que possível uma pequena imagem do artigo em questão, essencial a meu ver.

Em qualquer destes modos, basta deslizar com o dedo para baixo, para ser feita uma actualização das notícias, carregando as mais recentes, e fazendo download das imagens associadas para a cache (é possível desactivar esta opção, ou limitar apenas a quando estamos ligados através de uma ligação WiFi).

Seleccionando uma qualquer notícia, podemos visualizá-la num formato mais leve e simples, onde ficamos apenas com o texto, bem formatado e bastante elegante, assim como as imagens que acompanham o post.

A partir daqui podemos visualizar a notícia original no site, alternar para o modo de ecrã inteiro para uma melhor leitura, marcar a notícia como "não lida", adicioná-la aos favoritos, partilhá-la por Email, ou então directamente nas redes sociais e outros (Facebook, Twitter, Delicious, Evernote, Google+, Instapaper, Pinboard, Pocket, Readbility, e Tumblr).


A qualquer momento podemos navegar até à lista de pastas e feeds que temos adicionadas, para escolher apenas um desses feeds ou uma das pastas, para visualizar o seu conteúdo, não sendo necessário estar sempre a actualizar todos os outros.

Isto acaba por ser importante por causa da possibilidade que temos de ficar com os artigos guardados na cache para que possam ser visualizados quando estivermos sem acesso à internet (as imagens também ficam armazenadas na cache). A app também actualiza os artigos em background de 8 em 8 horas (ou outro tempo programado) se activarmos essa opção.

Quando estamos a visualizar algum artigo, temos a possibilidade de usar gestos para voltar atrás, navegar entre notícias, alternar para o modo de ecrã inteiro (com um duplo toque), e ajustar uma série de parâmetros que definem o comportamento e aspecto da app (como o modo nocturno por exemplo), etc...

Se andam à procura de um bom leitor de notícias que sincronize com os feeds do Feedly, ou outros, não procurem mais, que este Newsify é extramente prático e elegante, e podem instalá-lo de forma completamente gratuita.


Newsify: Your News, Blog & RSS Feed Reader na AppStore (Brasil)

Newsify: Your News, Blog & RSS Feed Reader na AppStore (Portugal)

Tamanho: 12.4 MB


30 Setembro 2014

Stand O'Food® HD (Full)

Para os apreciadores de jogos de gestão de tempo, aproveitem que o original Stand O’Food HD (Full) da G5 Entertainment, está neste momento em promoção na App Store, um jogo gratuito que nos vai pôr a gerir uma cadeia de restaurantes onde teremos de servir hamburgers, bolos e lasanhas, aos nossos clientes esfomeados.


A ideia base é bem conhecida, há que ir juntando os ingredientes por ordem, para satisfazer os pedidos dos clientes, que aparecem representados como uma imagem num balão sobre as suas cabeças. A rapidez aqui é chave, para que os nossos clientes não se fartem de esperar e saiam dali sem pagar aquilo que pediram.

Os ingredientes vão surgindo numa série de tapetes rolantes, e há que ter muita atenção para escolher os ingredientes certos do tapete certo, para que não nos faltem ingredientes para os próximos pedidos. Sempre que não tivermos hipótese de escolher o ingrediente que queremos, podemos deitar ao lixo aquele que temos na mão.


Como é costume neste tipo de jogos, podemos usar o dinheiro ganho para adquirir novas máquinas, e todo o tipo de melhoramentos ao nível de molhos e outros utensílios, para acelerar todo o processo, e deixar satisfeitos os clientes.

Stand O'Food HD conta com 2 modos diferentes de jogo, Quest e Lunch Rush, tem mais de 100 níveis para jogar, 20 upgrades a fazer na cozinha, e mais de 80 sandwiches diferentes para confeccionar. Vejam aqui em baixo a trailer do jogo e aproveitem para o instalar no vosso iPad enquanto está grátis na App Store.


Stand O'Food® HD (Full) na App Store (Brasil)

Stand O'Food® HD (Full) na App Store (Portugal)

Tamanho: 34.9 MB



22 Setembro 2014

Air Keyboard: Remote Mouse, Touch Pad and Custom Keyboard

O iPad pode transformar-se numa ferramenta muito útil quando usado em conjunto com um computador. Seja para usar como assistente no uso de uma aplicação como o Photoshop ou simplesmente para usar como teclado ou rato sem fios, esta Air Keyboard: Remote Mouse, Touch Pad and Custom Keyboard de Alexey Filatov, é uma app extremamente útil de ter instalada, e está temporariamente gratuita na App Store.


Temos aqui 7 layouts criados, entre o teclado do iPad e respectivo trackpad, assim como o teclado clássico do Mac (também com o trackpad multi toque), um layout com ferramentas para nos assistir no Photoshop, um layout para jogos, um rato e trackpad gigante a ocupar todo o ecrã do iPad, e até os controlos para um media player (iTunes por exemplo).


O mais interessante desta app, é a possibilidade que temos de criar o nosso próprio layout, configurando a posição das teclas à nossa medida, o seu desenho, o fundo do teclado (que podemos usar qualquer imagem descarregada da internet), e também a funcionalidade de encadear acções numa única tecla, com movimento do rato e outros atalhos com várias teclas pressionadas.

A Air Keyboard apenas necessita que se instale uma aplicação gratuita no computador, que servirá de servidor para o teclado, e a partir daí estamos prontos a usar o iPad como teclado, rato, ou trackpad multi toque, que dá um jeito incrível para trabalhar em certas aplicações nos PCs ou Macs.


Air Keyboard na App Store (Brasil)

Air Keyboard na App Store (Portugal)

Tamanho: 4.9 MB



15 Setembro 2014

Dark Lands

Há jogos do género Runner com muita piada, e não há dúvida que jogos como este Dark Lands da Bulkypix, onde o visual dos monstros e herói aparecem em contraste contra o fundo do cenário no ecrã, são mesmo dos meus favoritos.


Ao ver o nosso herói a correr pela primeira vez, fez-me lembrar o espectacular Shadow Of The Beast II que costumava jogar há alguns anos atrás no Commodore Amiga, e se bem que aqui também podemos atacar os inimigos com espadas e machados gigantes, trata-se apenas de um jogo onde temos o herói sempre a correr na mesma direcção, da esquerda para a direita, e não há aquela liberdade de andar a passear à vontade pelo cenário.

Seja como for, só pelo aspecto visual e pelos monstros espectaculares que encontramos pela frente, o jogo vale logo o preço de entrada (está neste momento grátis na App Store). O plano em que jogamos tem um visual de alto contraste, sendo representado sempre a preto e branco (com algum vermelho do sangue à mistura, à lá 300 do Frank Miller), a perceberem-se apenas as silhuetas do nosso herói e monstros, e apenas o cenário em paralax no fundo é que vai variando em diversas tonalidades de cinzentos e alguns tons de azul, verde e laranja.


Ao arrancarmos o jogo podemos escolher partir para um modo infinito onde temos de correr sem parar até caírmos para o lado, ou para o modo de aventura. Em qualquer um deles é-nos explicado como controlar o nosso herói, mas o modo de sobrevivência pode ser o melhor para o arranque e para praticar um pouco, que vai ser preciso.

Os controlos são simples, deslizar com o dedo para cima para o nosso herói saltar (deslizar duas vezes, salta ainda mais alto, evitando armadilhas e monstros gigantes), enquanto que deslizar com o dedo para baixo faz com que o herói deslize pelo chão, passando por baixo de armadilhas e outros perigos que atravessam o ar a baixa altitude.


Sempre que temos um inimigo à frente, basta tocar no botão que surge do lado direito para usar a nossa arma com toda a violência sobre a sua cabeça. Por vezes há a necessidade de parar em frente a uma armadilha que aparece intermitentemente no nosso caminho, e apenas temos que tocar com dois dedos em lados opostos do ecrã para fazer parar o nosso herói.

Também podemos optar por um método de controlo com botões de ambos os lados para executar todos estes movimentos e acções, mas parece-me muito mais natural num iPad o método de toque e deslizar os dedos pelo ecrã.

Em qualquer um dos modos de sobrevivência ou aventura, é possível e necessário apanhar pedras preciosas que podem depois ser trocadas por novas armas, capacetes, escudos, armaduras, e outras melhorias que tornam o nosso herói cada vez mais forte e agressivo.


O acesso à loja onde podemos fazer estas melhorias é especialmente útil no modo de aventura, que acaba por ser um pouco mais difícil de vencer do que aquilo que estaríamos à espera. Preparem-se portanto para repetir algumas vezes muitos dos níveis, para conseguir agarrar pedras preciosas suficientes para melhorar as forças do nosso herói.

O som parece-me bem adequado para o jogo que é, com os grunhidos dos monstros a surgirem quando estes aparecem no ecrã, a anunciar a sua bestialidade, e uma banda sonora que acelera quando há muita acção à nossa frente. Mas foi especialmente pelo visual que o jogo me convenceu de imediato, por isso vejam aqui em baixo o vídeo de apresentação do jogo, e apressem-se a passar na App Store para o instalar enquanto está gratuito.


Dark Lands na App Store (Brasil)

Dark Lands na App Store (Portugal)

Tamanho: 72 MB



02 Setembro 2014

Godus

O jogo Godus da DeNA Corp., que nos chega pelas mãos de Peter Molyneux, é de facto o GOD GAME que já fazia falta no iPad. Apesar do seu modelo freemium, que até me parece bem equilibrado, é capaz de nos entreter por várias horas durante o dia, especialmente a partir do momento em que começamos a ter uma população já considerável, e uma ou duas fazendas a produzir trigo em quantidades suficientes para podermos evoluir à vontade.


Peter Molyneux foi o responsável máximo pelo fantástico e adorado Populous, um jogo que me roubou várias horas de volta do Commodore Amiga 500. Brincar aos deuses é sempre um vício lixado, e em Godus podemos dar asas aos nossos poderes, desde que o povo tenha muita fé em nós, claro.

É aqui que surgem a maioria das críticas, e parecem-me exageradas, ou então foram pessoas que abriram o jogo e ao fim de alguns minutos desistiram, porque pensavam que o jogo seria sempre assim como o viram nesses primeiros momentos. O povo tem que ter fé em nós, pois é essa fé que nos dá os poderes para manipular o terreno, criar grandes cidades e fazendas, usar o dedo de deus, invocar chuva e meteoritos, etc, etc, o que implica aguardar algum tempo para que haja fé suficiente para fazer coisas importantes.

Pelo que eu experienciei, no início estamos cheios de vontade de continuar a explorar e avançar com o mundo virgem que temos à nossa frente, e de repente vemo-nos sem fé disponível, porque ainda temos poucos habitantes, e ficamos frustrados. É possível comprar fé com pedras preciosas (que podem ser encontradas espalhadas pela terra, ou adquiridas através de compras in-app), mas a ideia é mesmo fechar o jogo e voltar alguns minutos depois, que já iremos ter fé suficiente para avançar mais um pouco no jogo. Nos primeiros momentos pode ser um pouco frustrante, mas passados uns dias já conseguimos ter população suficiente para produzir fé a rodos, e assim poder brincar aos deuses à vontade.


Mas vamos ao jogo, que inicia de uma maneira bem inspiradora, mostrando-nos os grandes feitos da humanidade, e logo de seguida apontando o dedo para nós, o seu deus, e o grande responsável por aquilo tudo. A próxima etapa segue em modo de tutorial, mostrando-nos os pequenos seres, cujas vidas controlamos, bastando para isso manipular a terra (numa fase inicial), tudo coisas que nos são explicadas nestes primeiros momentos.

Deslizar com o dedo sobre as várias camadas de terra, faz com que esta seja eliminada, ou então criada mais terra, camada a camada. Isto funciona muito bem, apesar de parecer algo estranho das primeiras vezes que tentamos manipular o terreno, mas acabamos por apanhar o jeito, e serão depois raras as vezes em que nos enganamos (ou pelo menos não será muito grave se o fizermos).

Como no Populous, alisar o terreno permite que apareçam zonas de construção, para que o nosso povo possa começar a construir pequenas habitações, e assim começar a produzir fé, que devemos recolher de tempos a tempos, sendo essa a fonte principal dos nossos poderes. À medida que vamos evoluíndo poderemos criar fazendas e produzir trigo, ou recrutar mineiros para extrair minério do chão, ou transformar certos minerais em pedras preciosas, items que deveremos também recolher sempre que estiverem prontos para colher (e vem daqui a comparação algo injusta de algumas pessoas, com o farmville, apesar de o jogo ser muito mais do que isto).


Como já tinha dito, ao navegarmos pela nossa terra (usamos dois dedos para deslizar sobre o terreno), podemos encontrar pedras preciosas, e ainda outros tesouros onde recolhemos materiais importantes para desbloquear novas cartas. Estas são cartas que vão aparecendo conforme vamos avançando no jogo (quando atingimos um determinado número de seguidores, ou um x número de campos de trigo, etc), e normalmente dão-nos novos poderes a nós, e novas capacidades de construção aos nossos seguidores.

É assim, desbloqueando estas cartas, que passamos a ter o poder de enviar meteoritos para a terra, esmagar seguidores com o dedo, pegar fogo às árvores, fazer chover para acelerar a produção de algum campo de trigo, plantar árvores ou tornar a terra mais bonita (importante para aumentar a felicidade do povo), etc. Ao nível das construções passamos a poder construir grandes aglomerados de casas (juntando várias casas pequenas numa pequena vila, ou acampamento), habitações mais potentes e com melhores materiais, que deixam o povo mais feliz, o que também dá direito a recolher mais fé por hora.


Como é óbvio não estamos sozinhos, e para além do nosso povo, há outros, como os Astari, que aparecem regularmente perto do nosso povo para os gozar, mas são completamente inofensivos. Podemos facilmente ver o seu acampamento, e temos de ter algum cuidado, que todos os dias realizam um festival, e se o povo dos Astari for mais feliz que o nosso, perdemos alguns seguidores, que serão convertidos em Astari. Caso o nosso povo seja mais feliz, acontece o contrário, e ganhamos nós novos seguidores do povo Astari, os quais temos de realojar, para que não fiquem sem tecto.

Na secção das cartas podemos ver todas as coisas boas que ainda temos para desbloquear, e temos a promessa de que isto continuará a desenvolver-se com o tempo e com novas actualizações ao jogo, para que seja possível avançar a nossa civilização para lá da era do bronze, e quem sabe até começar combates com outros povos que não os simpáticos Astari.


O jogo como está actualmente já me enche bem as medidas, e fazer de deus parece-me mais que suficiente, mas os criadores resolveram dar-nos também alguns mini jogos para que pudessemos conseguir algumas pedras preciosas e materiais extra, para assim desbloquear cartas mais depressa, se bem que podemos procurar no terreno por baús e barris com materiais escondidos, tendo de escavar para chegar até eles.

Estes mini jogos acontecem quando levamos os nossos seguidores de barco a explorar novas terras. Em cada local que desembarcamos temos de levar uma série de exploradores a terra (normalmente 10), os quais têm como missão chegar ao templo, entre outras coisas. Isto assemelha-se de certa forma ao jogo Lemmings, onde temos de abrir caminho para que eles caminhem até ao templo (quando os ouvimos assobiar é porque conseguimos estabelecer uma rota possível), sem morrer no processo de preferência, pois temos gigantes preparados para esmagá-los com um martelo, ou terrenos completamente inóspitos, com pântanos envenenados que matarão os nossos homens.

Estas aventuras aparecem de vez em quando, e temos sempre um tempo limitado para as concluir (um dia ou dois apenas). Como o barco leva apenas 30 homens, se estes morrerem, temos de aguardar alguns minutos até que venham reforços e assim voltar a tentar uma determinada campanha. É importante concluir o máximo de aventuras, que as ajudas para desbloquear as cartas são bem necessárias se quisermos avançar mais depressa no jogo (sem pagar um tostão, claro).


Estou completamente viciado no Godus, acho que o jogo tem pernas para andar, e muito por onde crescer nas próximas actualizações. Espero que venham aí outros povos, com combates entre eles, e a possibilidade de evoluir estes pequenos seres até uma era bem avançada.

Apreciem os gráficos 3D bem interessantes, façam zoom in para ver de perto o povo com grande detalhe a levar as suas vidinhas, e as coisas que fazem quando não estamos a dar-lhes ordens. Vejam as tempestades que forçam as casas a inclinar temporariamente, os trovões que pegam fogo às árvores, os peixes a nadar alegremente na água, os riachos a descer pela montanha até ao mar, etc, etc.

Podem ver aqui em baixo o vídeo de apresentação do jogo, e se quiserem podem instalá-lo num iPhone ou num iPad, sendo que no iPad tudo se processa muito melhor por causa do ecrã maior (e com a bateria enorme do iPad podemos jogar mais tempo, que o jogo puxa bem pela bateria do iPhone). Convém ter um iPad 3 ou melhor, que o jogo pode ser bem pesado para o processador às vezes.


Godus na App Store (Brasil)

Godus na App Store (Portugal)

Tamanho: 94.1 MB



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