22 Setembro 2014

Air Keyboard: Remote Mouse, Touch Pad and Custom Keyboard

O iPad pode transformar-se numa ferramenta muito útil quando usado em conjunto com um computador. Seja para usar como assistente no uso de uma aplicação como o Photoshop ou simplesmente para usar como teclado ou rato sem fios, esta Air Keyboard: Remote Mouse, Touch Pad and Custom Keyboard de Alexey Filatov, é uma app extremamente útil de ter instalada, e está temporariamente gratuita na App Store.


Temos aqui 7 layouts criados, entre o teclado do iPad e respectivo trackpad, assim como o teclado clássico do Mac (também com o trackpad multi toque), um layout com ferramentas para nos assistir no Photoshop, um layout para jogos, um rato e trackpad gigante a ocupar todo o ecrã do iPad, e até os controlos para um media player (iTunes por exemplo).


O mais interessante desta app, é a possibilidade que temos de criar o nosso próprio layout, configurando a posição das teclas à nossa medida, o seu desenho, o fundo do teclado (que podemos usar qualquer imagem descarregada da internet), e também a funcionalidade de encadear acções numa única tecla, com movimento do rato e outros atalhos com várias teclas pressionadas.

A Air Keyboard apenas necessita que se instale uma aplicação gratuita no computador, que servirá de servidor para o teclado, e a partir daí estamos prontos a usar o iPad como teclado, rato, ou trackpad multi toque, que dá um jeito incrível para trabalhar em certas aplicações nos PCs ou Macs.


Air Keyboard na App Store (Brasil)

Air Keyboard na App Store (Portugal)

Tamanho: 4.9 MB



15 Setembro 2014

Dark Lands

Há jogos do género Runner com muita piada, e não há dúvida que jogos como este Dark Lands da Bulkypix, onde o visual dos monstros e herói aparecem em contraste contra o fundo do cenário no ecrã, são mesmo dos meus favoritos.


Ao ver o nosso herói a correr pela primeira vez, fez-me lembrar o espectacular Shadow Of The Beast II que costumava jogar há alguns anos atrás no Commodore Amiga, e se bem que aqui também podemos atacar os inimigos com espadas e machados gigantes, trata-se apenas de um jogo onde temos o herói sempre a correr na mesma direcção, da esquerda para a direita, e não há aquela liberdade de andar a passear à vontade pelo cenário.

Seja como for, só pelo aspecto visual e pelos monstros espectaculares que encontramos pela frente, o jogo vale logo o preço de entrada (está neste momento grátis na App Store). O plano em que jogamos tem um visual de alto contraste, sendo representado sempre a preto e branco (com algum vermelho do sangue à mistura, à lá 300 do Frank Miller), a perceberem-se apenas as silhuetas do nosso herói e monstros, e apenas o cenário em paralax no fundo é que vai variando em diversas tonalidades de cinzentos e alguns tons de azul, verde e laranja.


Ao arrancarmos o jogo podemos escolher partir para um modo infinito onde temos de correr sem parar até caírmos para o lado, ou para o modo de aventura. Em qualquer um deles é-nos explicado como controlar o nosso herói, mas o modo de sobrevivência pode ser o melhor para o arranque e para praticar um pouco, que vai ser preciso.

Os controlos são simples, deslizar com o dedo para cima para o nosso herói saltar (deslizar duas vezes, salta ainda mais alto, evitando armadilhas e monstros gigantes), enquanto que deslizar com o dedo para baixo faz com que o herói deslize pelo chão, passando por baixo de armadilhas e outros perigos que atravessam o ar a baixa altitude.


Sempre que temos um inimigo à frente, basta tocar no botão que surge do lado direito para usar a nossa arma com toda a violência sobre a sua cabeça. Por vezes há a necessidade de parar em frente a uma armadilha que aparece intermitentemente no nosso caminho, e apenas temos que tocar com dois dedos em lados opostos do ecrã para fazer parar o nosso herói.

Também podemos optar por um método de controlo com botões de ambos os lados para executar todos estes movimentos e acções, mas parece-me muito mais natural num iPad o método de toque e deslizar os dedos pelo ecrã.

Em qualquer um dos modos de sobrevivência ou aventura, é possível e necessário apanhar pedras preciosas que podem depois ser trocadas por novas armas, capacetes, escudos, armaduras, e outras melhorias que tornam o nosso herói cada vez mais forte e agressivo.


O acesso à loja onde podemos fazer estas melhorias é especialmente útil no modo de aventura, que acaba por ser um pouco mais difícil de vencer do que aquilo que estaríamos à espera. Preparem-se portanto para repetir algumas vezes muitos dos níveis, para conseguir agarrar pedras preciosas suficientes para melhorar as forças do nosso herói.

O som parece-me bem adequado para o jogo que é, com os grunhidos dos monstros a surgirem quando estes aparecem no ecrã, a anunciar a sua bestialidade, e uma banda sonora que acelera quando há muita acção à nossa frente. Mas foi especialmente pelo visual que o jogo me convenceu de imediato, por isso vejam aqui em baixo o vídeo de apresentação do jogo, e apressem-se a passar na App Store para o instalar enquanto está gratuito.


Dark Lands na App Store (Brasil)

Dark Lands na App Store (Portugal)

Tamanho: 72 MB



02 Setembro 2014

Godus

O jogo Godus da DeNA Corp., que nos chega pelas mãos de Peter Molyneux, é de facto o GOD GAME que já fazia falta no iPad. Apesar do seu modelo freemium, que até me parece bem equilibrado, é capaz de nos entreter por várias horas durante o dia, especialmente a partir do momento em que começamos a ter uma população já considerável, e uma ou duas fazendas a produzir trigo em quantidades suficientes para podermos evoluir à vontade.


Peter Molyneux foi o responsável máximo pelo fantástico e adorado Populous, um jogo que me roubou várias horas de volta do Commodore Amiga 500. Brincar aos deuses é sempre um vício lixado, e em Godus podemos dar asas aos nossos poderes, desde que o povo tenha muita fé em nós, claro.

É aqui que surgem a maioria das críticas, e parecem-me exageradas, ou então foram pessoas que abriram o jogo e ao fim de alguns minutos desistiram, porque pensavam que o jogo seria sempre assim como o viram nesses primeiros momentos. O povo tem que ter fé em nós, pois é essa fé que nos dá os poderes para manipular o terreno, criar grandes cidades e fazendas, usar o dedo de deus, invocar chuva e meteoritos, etc, etc, o que implica aguardar algum tempo para que haja fé suficiente para fazer coisas importantes.

Pelo que eu experienciei, no início estamos cheios de vontade de continuar a explorar e avançar com o mundo virgem que temos à nossa frente, e de repente vemo-nos sem fé disponível, porque ainda temos poucos habitantes, e ficamos frustrados. É possível comprar fé com pedras preciosas (que podem ser encontradas espalhadas pela terra, ou adquiridas através de compras in-app), mas a ideia é mesmo fechar o jogo e voltar alguns minutos depois, que já iremos ter fé suficiente para avançar mais um pouco no jogo. Nos primeiros momentos pode ser um pouco frustrante, mas passados uns dias já conseguimos ter população suficiente para produzir fé a rodos, e assim poder brincar aos deuses à vontade.


Mas vamos ao jogo, que inicia de uma maneira bem inspiradora, mostrando-nos os grandes feitos da humanidade, e logo de seguida apontando o dedo para nós, o seu deus, e o grande responsável por aquilo tudo. A próxima etapa segue em modo de tutorial, mostrando-nos os pequenos seres, cujas vidas controlamos, bastando para isso manipular a terra (numa fase inicial), tudo coisas que nos são explicadas nestes primeiros momentos.

Deslizar com o dedo sobre as várias camadas de terra, faz com que esta seja eliminada, ou então criada mais terra, camada a camada. Isto funciona muito bem, apesar de parecer algo estranho das primeiras vezes que tentamos manipular o terreno, mas acabamos por apanhar o jeito, e serão depois raras as vezes em que nos enganamos (ou pelo menos não será muito grave se o fizermos).

Como no Populous, alisar o terreno permite que apareçam zonas de construção, para que o nosso povo possa começar a construir pequenas habitações, e assim começar a produzir fé, que devemos recolher de tempos a tempos, sendo essa a fonte principal dos nossos poderes. À medida que vamos evoluíndo poderemos criar fazendas e produzir trigo, ou recrutar mineiros para extrair minério do chão, ou transformar certos minerais em pedras preciosas, items que deveremos também recolher sempre que estiverem prontos para colher (e vem daqui a comparação algo injusta de algumas pessoas, com o farmville, apesar de o jogo ser muito mais do que isto).


Como já tinha dito, ao navegarmos pela nossa terra (usamos dois dedos para deslizar sobre o terreno), podemos encontrar pedras preciosas, e ainda outros tesouros onde recolhemos materiais importantes para desbloquear novas cartas. Estas são cartas que vão aparecendo conforme vamos avançando no jogo (quando atingimos um determinado número de seguidores, ou um x número de campos de trigo, etc), e normalmente dão-nos novos poderes a nós, e novas capacidades de construção aos nossos seguidores.

É assim, desbloqueando estas cartas, que passamos a ter o poder de enviar meteoritos para a terra, esmagar seguidores com o dedo, pegar fogo às árvores, fazer chover para acelerar a produção de algum campo de trigo, plantar árvores ou tornar a terra mais bonita (importante para aumentar a felicidade do povo), etc. Ao nível das construções passamos a poder construir grandes aglomerados de casas (juntando várias casas pequenas numa pequena vila, ou acampamento), habitações mais potentes e com melhores materiais, que deixam o povo mais feliz, o que também dá direito a recolher mais fé por hora.


Como é óbvio não estamos sozinhos, e para além do nosso povo, há outros, como os Astari, que aparecem regularmente perto do nosso povo para os gozar, mas são completamente inofensivos. Podemos facilmente ver o seu acampamento, e temos de ter algum cuidado, que todos os dias realizam um festival, e se o povo dos Astari for mais feliz que o nosso, perdemos alguns seguidores, que serão convertidos em Astari. Caso o nosso povo seja mais feliz, acontece o contrário, e ganhamos nós novos seguidores do povo Astari, os quais temos de realojar, para que não fiquem sem tecto.

Na secção das cartas podemos ver todas as coisas boas que ainda temos para desbloquear, e temos a promessa de que isto continuará a desenvolver-se com o tempo e com novas actualizações ao jogo, para que seja possível avançar a nossa civilização para lá da era do bronze, e quem sabe até começar combates com outros povos que não os simpáticos Astari.


O jogo como está actualmente já me enche bem as medidas, e fazer de deus parece-me mais que suficiente, mas os criadores resolveram dar-nos também alguns mini jogos para que pudessemos conseguir algumas pedras preciosas e materiais extra, para assim desbloquear cartas mais depressa, se bem que podemos procurar no terreno por baús e barris com materiais escondidos, tendo de escavar para chegar até eles.

Estes mini jogos acontecem quando levamos os nossos seguidores de barco a explorar novas terras. Em cada local que desembarcamos temos de levar uma série de exploradores a terra (normalmente 10), os quais têm como missão chegar ao templo, entre outras coisas. Isto assemelha-se de certa forma ao jogo Lemmings, onde temos de abrir caminho para que eles caminhem até ao templo (quando os ouvimos assobiar é porque conseguimos estabelecer uma rota possível), sem morrer no processo de preferência, pois temos gigantes preparados para esmagá-los com um martelo, ou terrenos completamente inóspitos, com pântanos envenenados que matarão os nossos homens.

Estas aventuras aparecem de vez em quando, e temos sempre um tempo limitado para as concluir (um dia ou dois apenas). Como o barco leva apenas 30 homens, se estes morrerem, temos de aguardar alguns minutos até que venham reforços e assim voltar a tentar uma determinada campanha. É importante concluir o máximo de aventuras, que as ajudas para desbloquear as cartas são bem necessárias se quisermos avançar mais depressa no jogo (sem pagar um tostão, claro).


Estou completamente viciado no Godus, acho que o jogo tem pernas para andar, e muito por onde crescer nas próximas actualizações. Espero que venham aí outros povos, com combates entre eles, e a possibilidade de evoluir estes pequenos seres até uma era bem avançada.

Apreciem os gráficos 3D bem interessantes, façam zoom in para ver de perto o povo com grande detalhe a levar as suas vidinhas, e as coisas que fazem quando não estamos a dar-lhes ordens. Vejam as tempestades que forçam as casas a inclinar temporariamente, os trovões que pegam fogo às árvores, os peixes a nadar alegremente na água, os riachos a descer pela montanha até ao mar, etc, etc.

Podem ver aqui em baixo o vídeo de apresentação do jogo, e se quiserem podem instalá-lo num iPhone ou num iPad, sendo que no iPad tudo se processa muito melhor por causa do ecrã maior (e com a bateria enorme do iPad podemos jogar mais tempo, que o jogo puxa bem pela bateria do iPhone). Convém ter um iPad 3 ou melhor, que o jogo pode ser bem pesado para o processador às vezes.


Godus na App Store (Brasil)

Godus na App Store (Portugal)

Tamanho: 94.1 MB



18 Agosto 2014

Secret Files Tunguska

Que dizem a ajudar a resolver o mistério do que aconteceu em Tunguska em 1908? Para quem aprecia jogos do género Point-and-click, já perceberam concerteza que estes funcionam muito bem no ecrã do iPad, especialmente as aventuras que acabam por ser adaptadas de jogos antigos do PC, como é o caso deste Secret Files Tunguska da Deep Silver, um jogo que se estreou originalmente em 2006, e aparece agora novamente em força para iPhone e iPad.


Esta é uma aventura especialmente dirigida para os fãs das clássicas aventuras point-and-click, onde temos de andar a tocar no ecrã à procura de items com os quais interagir, usá-los uns com os outros para resolver puzzles, falar com várias personagens para avançar na história, e por aí fora, até resolver o mistério

Em Secret Files Tunguska acompanhamos a história de Nina Kalenkow, enquanto esta tenta descobrir o que aconteceu ao seu pai, que desapareceu misteriosamente, e que acaba assim por se deparar com uma grande conspiração em redor do Evento Tunguska, uma grande explosão que aconteceu em 1908 numa extensa área de milhares de quilometros na região da Sibéria (que agora se julga ter sido causada pela queda de um meteorito, mas que no jogo são exploradas todo o tipo de teorias e conspirações que se foram desenvolvendo ao longo dos anos).



Mal entramos no gabinete do pai de Nina, percebemos que basta deslizar o dedo pelo ecrã sobre os objectos para ver os pontos de interesse com os quais podemos interagir (aparecem uns círculos animados no ecrã). Mas para facilitar ainda mais esta pesquisa, basta tocar no botão da lupa que está sempre presente no ecrã, que nos mostra de imediato todas zonas interactivas na cena que temos à nossa frente.

Ao tocarmos numa dessas lupas que aparece quando seleccionamos um ponto de interesse, é-nos dada uma descrição do objecto pela voz da Nina (não há Português, por isso optei pela voz e legendas em inglês). Esta lupa aparece no ecrã sobre o cenário, e quer dizer que temos disponível uma descrição sobre esse item em particular.

Se por acaso aparecer também uma mão, basta tocar nela para activar uma qualquer acção por parte da nossa heroína, seja para agarrar o objecto em questão, activar ou accionar determinado objecto ou mecanismo, ou mesmo para abrir portas e visitar outras áreas do cenário.


Em baixo temos constantemente visível o nosso inventário, que contém os objectos recolhidos por Nina. Estes objectos podem ser combinados uns com os outros (muitas vezes necessário para resolver certos puzzles, como por exemplo colocar pilhas num aparelho, juntar água e cimento, etc, etc), e também podem ser usados directamente no cenário, bastando arrastá-los para o local certo, ou entregues a uma determinada pessoa (aparece um círculo verde animado a assinalar que é uma combinação possível, ao invés do círculo vermelho que nos diz que não é possível fazer essa ligação).

Tocar nestes objectos faz com Nina nos descreva cada um deles, dizendo até onde o encontrou, para nos situar um pouco na aventura (especialmente quando já vamos mais à frente e não nos lembramos onde o apanhamos).

O jogo anda um pouco à volta dos objectos que temos no inventário, sendo necessário usá-los em determinadas situações, e combiná-los com outros items, para que se consigam resolver alguns puzzles, e assim avançar na história. É preciso ter atenção que não basta andar a experimentar arrastar os objectos à toa uns sobre os outros, pois é preciso falar com as personagens que vamos encontrando, e até observar vários pormenores do cenário, para que Nina chegue às suas próprias conclusões, antes de poder fazer certas combinações com os objectos que tem à sua disposição.


Depois de termos observado tudo o que houver para ser observado numa determinada cena, e já tivermos conversado com as personagens aí presentes, basta então seguir as pistas que Nina nos dá com as suas conclusões, e assim combinar objectos com outros objectos e items do cenário para conseguir passar à próxima pista e avançar para a próxima parte da aventura.

No livro que temos sempre presente no ecrã em baixo, podemos aceder a todas as pistas que Nina foi recolhendo, assim como partes da história que ela foi conhecendo, seja porque tomou conhecimento delas por outras personagens, ou por documentos que foi recolhendo. Se no entanto não estivermos a conseguir resolver algum puzzle ou mistério, podemos aceder à secção da lâmpada no livro, que nos dá dicas directas de como resolver a cena que temos em mãos no momento (funciona como um walkthrough, por isso não recomendo de todo, a não ser numa emergência, quando estiverem encravados).

Já sabem como é, elásticos e objectos duros dão sempre boas combinações, líquidos e pós, líquidos e recipientes, animais e comida, números e códigos para abrir fechaduras ou passwords de computadores, etc, etc, e até colar um telemóvel nas costas de um gato com fita cola para poder gravar uma conversa (e mais não digo). ;)


Para além da lupa e do livro temos aqui também acessível o ícone das definições, onde podemos voltar ao menu inicial, alterar a língua do jogo, e gravar a situação em particular onde nos encontramos no jogo, tendo disponíveis 3 possíveis gravações manuais, para além da gravação automática que vai acontecendo de tempos a tempos (sempre que acontece algo importante).

No início do jogo assistimos a uma grande entrada cinematográfica, e entre diferentes partes da história também somos brindados com novas cenas animadas 3D que fazem a ligação entre cenas diferentes da aventura, e que nos transportam sempre para um ambiente à Hollywood. De resto, durante o jogo não há banda sonora sempre a tocar, e apenas ouvimos os sons ambiente do cenário em que nos encontramos, e as vozes dos personagens.


As vozes em inglês até têm uma boa qualidade, mas quando chegamos à Rússia, não funciona lá muito bem ouvir um militar russo a falar com sotaque do Texas, ou um qualquer trabalhador de rua a falar com sotaque britânico. Tirando isso, as vozes ouvem-se muito bem, e as legendas acompanham sempre aquilo que estamos a ouvir no momento.

Os gráficos dos cenários num iPad são impecáveis, extremamente bem detalhados, e as animações 3D dos personagens também funcionam muito bem (as personagens podiam mover-se um pouco mais quando estão a falar uns com os outros, mas é o que temos). Convém no entanto ter em atenção que é preciso ter o iOS 7 instalado, e um iPad 2, iPad Mini, ou melhor.

Este não é um jogo tão divertido e cómico como o clássico The Secret of Monkey Island da LucasArts, até porque o tom aqui é bem mais sério, sendo fundamentalmente um jogo bem diferente, um thriller envolto em grande mistério, mas para além de ser do mesmo género point-and-click, até tem uma ou outra piada solta aqui e ali, que nem todos irão perceber.

O jogo vem completo com todos os episódios, mais de 120 locais diferentes para explorar, dezenas de puzzles e quebra cabeças, mais de 12 horas de jogo, e ainda podemos jogar com Alex para além de Nina, cada um a resolver o mistério em locais diferentes, e até em conjunto. Por 4,49€ temos aqui um magnífico jogo, que fará as delícias de qualquer aficcionado por aventuras point-and-click, e ainda para mais podemos jogá-lo ao mesmo tempo num iPhone ou iPad, conforme nos der mais jeito no momento.


Secret Files Tunguska na App Store (Brasil)

Secret Files Tunguska na App Store (Portugal)

Tamanho: 1.68 GB



14 Agosto 2014

TouchRetouch HD

App extremamente útil para tratar as fotos das férias no iPad e remover objectos e pessoas que não interessam, é esta TouchRetouch HD da Adva-Soft, uma app que nos deixa preparadíssimos para corrigir uma data de situações, como se tivessemos o poder do Photoshop na mão.


Esta imagem aqui em cima demonstra uma das muitas possibilidades que esta app providencia. E é para isto que a uso especialmente, para remover objectos que não me interessa das fotos, fios eléctricos, cartazes, pessoas, e corrigir certos pormenores que estragam ou distraiem na imagem.

O que é impressionante nesta app é a simplicidade com que podemos fazer estas correcções. Basta seleccionar com o dedo a área que queremos eliminar ou disfarçar, com uma das ferramentas disponíveis, o laço ou pincel.

Depois de desenhada a máscara a vermelho sobre o elemento de que nos queremos ver livres, basta tocar no botão de "play", para que seja aplicada a correcção (o que é feito quase em tempo real, dependendo do iPad usado e da resolução da imagem que estivermos a tratar).


Para além das ferramentas de correcção automática, temos também a clássica ferramenta de clonagem, onde definimos uma área como sendo a fonte, e depois basta pintar na zona onde queremos que seja replicada a área a clonar.

Ao seleccionarmos uma foto para editar é-nos pedido qual a resolução de importação, o que afectará depois a velocidade da app a aplicar as correcções, bem como a resolução final ao exportarmos a imagem (para a camera roll ou para várias redes sociais conhecidas).

A app está neste momento gratuita na App Store, e vai altamente recomendada aqui pelo Apps do iPad como sendo extramamente útil. Vejam o vídeo que se segue que demonstra como se consegue obter a imagem final sem pessoas que está no início deste post, isto na versão do iPhone.




TouchRetouch na App Store (Brasil)

TouchRetouch na App Store (Portugal)

13 Agosto 2014

Blueprint 3D HD

Dos criadores do fantástico quebra-cabeças Beyond Ynth HD, a FDG Entertainment traz-nos este Blueprint 3D HD, que está neste momento gratuito na AppStore, um jogo onde temos de rodar o nosso universo para descobrir as figuras escondidas.


Este jogo é uma espécie de puzzle, um puzzle bem original, onde nos são apresentadas no ecrã imagens que não são mais que um caos completo, com centenas de tracinhos e rabiscos espalhados pelo ecrã, e cabe-nos a nós rodar este lixo visual até conseguir chegar à imagem final (a planta ou projecto original completo).

Com mais de 300 níveis espalhados por 9 categorias diferentes, teremos de adivinhar monumentos e maravilhas naturais, desde a arquitectura, electrónica, ao espaço, e aos animais, têm aqui um espectáculo visual que só visto.


Também é possível usar créditos para resolver aqueles níveis onde não conseguimos encontrar a solução, e temos 5 soluções para usar logo à partida, por isso se precisarem mesmo, usem-nas com cautela, que não são muitas gratuitas.

Se acham que estão preparados para o esforço visual que exige um jogo como este, e apreciam o tipo de desafio que este quebra-cabeças nos propõe, então é aproveitar enquanto está gratuito na AppStore, que me parece uma excelente aposta.




Blueprint 3D na AppStore (Portugal)

08 Agosto 2014

Swordigo

Não é o Super Mario nem é a Zelda, mas o jogo Swordigo da Touch Foo, traz-nos uma aventura fantástica que bem podia ser uma mistura destes dois clássicos, e está neste momento grátis na App Store.


O herói desta aventura terá de procurar uma espada mágica que salvará a sua terra do mal, e nesta grande jornada terá de visitar inúmeras vilas, explorar cavernas, castelos e as profundezas da terra, onde encontrará todo o tipo de perigos, armadilhas, monstros, e vários animais perigosos.

Com a sua vertente RPG, podemos falar com os habitantes das vilas, comprar items nas várias lojas espalhadas pelo mundo para melhorar as suas capacidades e apetrechar o inventário, e aceitar cumprir as missões que nos são pedidas por alguns habitantes desta terra.


Para um jogo de plataformas / RPG, os controlos são espectaculares. Em nenhuma altura senti que não estava com o controlo absoluto do nosso herói. Com dois botões do lado esquerdo para controlar a sua direcção, e outros tantos do lado direito para manejar a sua espada ou agarrar em objectos, um para saltar e outro para usar magias, é mesmo muito fácil controlar o nosso herói.

Os gráficos 3D estão muito porreiros, e o efeito paralax mostra-nos estátuas bem perto do nariz, e lá no fundo partes do cenário que serão em breve visitados pelo nosso herói, a saltar de plataforma em plataforma, a activar mecanismos e alavancas para abrir portas e passagens secretas.

A banda sonora é espectacular, e digna de uma grande aventura como esta, que nos deixa completamente agarrados do início ao fim do jogo. Vejam aqui em baixo a trailer do jogo para vos abrir o apetite, e não deixem de espreitar esta aventura fantástica já hoje, enquanto se encontra grátis na App Store (compatível com iPhone e iPad).


Swordigo na App Store (Brasil)

Swordigo na App Store (Portugal)

Tamanho: 77.3 MB



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